quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Cedric Myton - ‘Reggae é revolução na forma de fazer música’


MANCHETES DO DIA

 -  Famem quer participar das discussões sobre a escolha de nomes para as eleições majoritárias


O DEM na jogada



Morte a quem ignorar toque de recolher



Recife dobra vacinados por febre amarela


 Castanhão - A agonia do maior açude do Brasil




 Hospital de Base inicia seleção para 708 vagas


Área econômica quer barrar socorro do FGTS à Caixa

 Temer passa para Caixa decisão sobre vices afastados

 
 País reduziu em 33%  verbas para prevenir epidemias

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

MANCHETES DO DIA

 - Contas públicas do Maranhão melhoram em 3 anos de governo, mostra jornal Estado de S. Paulo


Prefeitura de São Luís faz controle de áreas de risco



Mais impostos garantiram saúde fiscal do Maranhão




Estado registra 1º caso suspeito de febre amarela


 Facção ameaça e consegue transferência de detento




 Últimos dias da vergonha


BC pressiona bancos por corte de juros do cheque

 Pressionado, Temer afasta 4 vice-presidentes da Caixa

 
 Pressionado, Temer afasta 4 vice-presidentes da Caixa

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Maranhão e mais 3 estados do NE melhoraram situação fiscal nos últimos três anos

     Os Estados de Alagoas, Paraná, Ceará, Maranhão e Piauí foram os únicos cujas contas não se deterioraram nos últimos três anos. Com um déficit de R$ 3 bilhões em 2017, a situação de São Paulo ficou estável no período.
     
    Alagoas é um destaque no levantamento feito pelo economista Raul Velloso. Apesar de altamente endividado, o Estado fez um ajuste fiscal que melhorou suas contas: o resultado passou de um déficit acumulado de R$ 548 milhões, entre 2011 e 2014, para um superávit de R$ 943 milhões. Para isso, foi necessário adotar medidas como a redução de 30% no número de cargos comissionados e o fim de cinco secretarias estaduais. Investimentos só se houvesse recursos da União. 

     O governo de Renan Filho (MDB) conseguiu elevar a receita, alterando seus tributos. A alíquota do ICMS sobre produtos supérfluos, como joias, passou de 12% para 27%, enquanto a do álcool caiu de 25% para 23%. Essas alterações também fizeram com que a avaliação do Tesouro em relação à capacidade de pagamento do Estado saísse de C, em 2016, para B, em 2017. 

    “Em 2015, não tínhamos condições de pagar as contas, precisávamos de recursos extraordinários. Agora, começamos a fazer investimentos em infraestrutura e saúde”, diz o secretário da Fazenda, George Santoro. Ele destaca que o gasto com pessoal, porém, ainda é um desafio. “O aumento das despesas com aposentados e pensionistas é um problema.”

De O Estado de S. Paulo

MANCHETES DO DIA

 - Justiça proíbe novas construções em trecho da Avenida Litorânea


9.759 caem na malha fina no Maranhão



Viagens de Uber são canceladas por medo




Reforma gera corrida para se aposentar


 Grupo de Eunício abandona a oposição no Ceará




 GDF afaga distritais e consegue R$ 1,5 bi em investimentos


Em 3 anos, Estados saem do azul para rombo de R$ 60 bi

 Promotoria de SP e Odebrecht devem fechar 30 acordos

 Bancos começam a ocupar espaços do BNDES