segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Pará vence 40ª Copa Norte e Nordeste de Ciclismo de Estrada em São Luís

   
Pará é o grande campeão da 40ª Copa Norte e Nordeste de Ciclismo de Estrada 2017 em São Luís (MA). Com uma equipe regular, o estado alcançou o hexacampeonato. Pontuou em diversas categorias e mostrou união entre os atletas. O Maranhão conquistou 10 medalhas e boas colocações nas provas disputadas. 

    O presidente da Confederação Brasileira de Ciclismo, José Luiz Vasconcelos, acompanhou a competição que teve apoio da Federação Maranhense de Ciclismo, governo do estado, prefeitura de São Luís e da empresa Potiguar. A próxima edição da copa será em Palmas (Tocantins).
Equipe do Maranhão na 40ª Copa Norte e Nordeste de Ciclismo

    O resultado por equipes só foi definido nas últimas corridas. O Pará conquistou o título geral após acumular 378 pontos, contra 323 do Ceará e 310 pontos da Bahia. O presidente da Federação Maranhense de Ciclismo (FMC), Rafael Carvalho, des um balanço positivo da competição."Os atletas fizeram uma grande festa. Agradeço a confiança depositada pela CBC na Federação Maranhense", disse Rafael Carvalho.
Competição na Via Expressa, em São Luís (MA)
     
    A próxima competição da modalidade esportiva em São Luís  será o GP SLZ ILha Race, disputada nos dias 2 e 3 de setembro na Vila Expressa. A prova é válida para o campeonato maranhense e conta ponto para o ranking nacional.

Na Coluna do Estadão


ECLIPSE DO SOL

São Luís (MA) terá 36% do Sol obscurecido pela Lua às 16h17

Maranhão tem 15 das 30 cidades que mais dependem do Bolsa Família

    O município de Junco do Maranhão é que percebe o maior percentual per capta do Bolsa Família, programa do Governo Federal, no país.  O Estado tem 15 municípios dos 30 que mais dependem do Bolsa Família. Desde o início deste ano, o governo federal vem reduzindo o repasse do Bolsa Família aos municípios, desligando famílias do CadÚnico  a partir de critérios estabelecidos, mas discutíveis.

    Junco, situado na região do Turi tem 3,3 mil habitantes, sendo que 893 famílias recebem algum tipo de recursos de programas federais. O valor médio pago pelo benefício no município é de R$ 315, 00. O valor máximo per capita no país é de R$ 380,22.

    O gasto per capita considera o valor total da transferência de renda pelo número de habitantes da cidade. O per capita em Junco é de R$ 84,25, segundo estimativa populacional do IBGE em 2016 e repasse do governo realizado em julho deste ano. O total gasto na cidade é de R$ 281,2 mil e o benefício médio dessas famílias é de R$ 314,92.

 Onde tem mais famílias no Bolsa Família:


MANCHETES DO DIA

MARANHÃO
 - Sampaio na ponta




REGIÃO

Pernambuco eleva taxa nacional de homicídios
Frota envelhecida agrava poluição e engarrafamentos



NACIONAL


Gás de cozinha R$ 80, e pode subir ainda mais

Fundo de R$ 3,6 bi deve sobrecarregar fiscalização eleitoral


Alta da dívida faz Brasil destoar de países emergentes


 Justiça desiste de meta para julgar crime contra a vida

 Pequenos negócios crescem 53% em cinco anos no Estado

Em algum lugar do passado...

Interior de bar na rua da Palma - São Luís (MA), década de 1980

Um século de Josué Montello

“Sento-me a esta mesa para retomar o trabalho de todas as manhãs. Não porque queira, mas porque assim quer a vocação, que sempre me conduziu até aqui”, escreveu o maranhense Josué Montello em 22 de agosto de 1997, aos 80 anos. Em 21 de agosto de 2017 o escritor completaria 100 anos. Com mais de 150 obras publicadas o escritor faz parte do imaginário de milhões de pessoas que entraram em contato com sua vasta obra.
Aos 15 anos, o jovem Josué revelou sua vocação ao público leitor no jornal O Imparcial. Numa manhã cinzenta de 22 de dezembro, Josué desembarcou no Rio de Janeiro quando tinha 19 anos. Reconheceu ali trechos do Cais do Porto das tampas das caixas de sapato da loja de seu pai. Militou na imprensa carioca e ingressou no serviço público com passagens por diversos órgãos e cargos como o do Subchefe da Casa Civil da Presidência da República no governo de Juscelino Kubitschek. Foi reitor da Universidade Federal do Maranhão, UFMA, em sua fase inaugural.
Com dois meses no Rio preparou seu primeiro romance “Janelas Fechadas”. Tinha pouco mais de 20 anos. Mas sua forma definitiva atravessaria o tempo desde 1938 até 1982, quando acreditou estar pronta a obra com “texto novo, mas com o intuito de resguardar o manancial que banhava o livro de estreia”.
A rebelião comunista de 22, a Coluna Preste de 37, o baile de despedida do Império da Ilha Fiscal (RJ), a ocupação da França durante a Segunda Guerra Mundial, o protestantismo, o terrorismo, o prazo de dez dias para a anulação do casamento segundo o Código Civil da época. Tudo coube no espectro temático da obra Montelliana.   
Josué Montello encerrou sua produção de romances com “A mais bela noiva de Vila Rica” (2001), no qual recria com extrema delicadeza o romântico e infeliz amor entre o poeta da Inconfidência Mineira Tomás Antônio Gonzaga e Maria Doroteia, imortalizados como Dirceu e Marília.
Foi um dos poucos em que a trama se desenrolou fora do espaço maranhense. Como Dostoievski, Montello foi universal escrevendo sobre a província. Nele os críticos reconheciam o “esmero da expressão verbal” de tradição Machadiana. Jorge Amado considerava “A décima noite” como um dos romances mais sérios publicados no Brasil até sua época. “Os tambores de São Luís” (1965) é sua obra monumental. A saga de Damião durante três séculos. São mais de 400 personagens.  
Yone Montello, companhia por toda uma vida de Josué, organizou a linha do tempo do escritor e juntou suas peças literária na casa da Rua das Hortas. 
No panteão dos escritores, Montello ocupou a cadeira 29, desde 1954, da Academia Brasileira de Letras, a qual presidiu em 1985. Na Academia Maranhense de Letras ocupou a cadeira 31 a partir de 1948. Josué Montello faleceu em 15 de março de 2006.


domingo, 20 de agosto de 2017

Amor - LUIS FERNANDO VERISSIMO

Cinco numa mesa de bar, comparando seus smartphones. Um diz: – O meu não só mostra quem está chamando como avisa se for um chato.
– O meu – diz outro – acessa a internet, dá palpites para jogar na Sena e o tempo que faz no Himalaia. O terceiro:
– O meu é gravador, relógio, câmera fotográfica e granada de mão, e ainda faz logaritmos. O quarto:
– O meu codifica, decodifica e toca o Hino Nacional.
Os outros três se intercalam:
– O meu imita passarinho e dá o diretor, os roteiristas e o elenco completo de 17 mil filmes.
– O meu dá a escalação de todas as seleções do mundo desde que inventaram o futebol e o resumo de todas as óperas.
– O meu é despertador, desfibrilador, além de mostrar imagens de Marte.
–E o meu? E o meu? – diz o quinto, que até então permanecera em silêncio.
– O seu o que faz?
– O meu – diz o quinto – me ama.
Na Transilvânia. (Da série Poesia Numa Hora Dessas?!)
Ele flana pelos corredores do castelo como um par de olheiras sobre patins com a tinta escorrendo dos cabelos a boca roxa, as mãos nos rins. Às vezes para porque ouviu seu nome:
“Drakuuul”, ao longe, “Drakuuul” Mas é só o som do vento gelado ou de um lobo desgarrado. Pede “Virgens!” e dão risada pede “Sangue!” e trazem laranjada. Bolachas ou coisas vivas? “Monsieur le Compte, suas gengivas!” Ele desliza pelos corredores sonhando com pescoços latejantes pensando em velhas conquistas e em abrir o térreo para turistas. “Drakuuul!”, longe, “Drakuuul!” Mas é sempre só um lobo anônimo. Ou, possivelmente, um lobo irônico.
De travesseiro. Aquela conversa de
travesseiro.
– Quem é meu quindinzinho?
– Sou eu.
– Quem é minha roim-roim-roim? – Sou eu.
Aí, ele inventa de dizer que jamais se separarão e que ela será, para ele, como aquele nervinho da carne que sempre fica preso entre os dentes.
E ela:
– Credo, Osmar, que mau gosto. E sai da cama para nunca mais. O amor também pode acabar por uma má escolha de metáforas.
Investigação. O inspetor que investigava a morte da trapezista checa tinha um cachimbo permanentemente no canto da boca, mas com o fornilho virado para baixo. Dizia que era para evitar a tentação de enchê-lo, pois estava proibido de fumar. Mas antes de começar a escrever meu conto tive que investigar e só então descobri que aquela parte do cachimbo se chama fornilho, o que passei a maior parte da minha vida sem saber.
Toda literatura, no fim, é autobiográfica.
Amigos. Calçada. Homem com cachorro. Cachorro fazendo cocô. Passa mulher e diz “Que nojo!”. Homem sai atrás de mulher para esclarecer: “Nós somos apenas amigos. Nós somos apenas amigos!”.

Na Coluna Esplanada - LEANDRO MAZZINI

Tesourada histórica
A presidente do Iphan, Kátia Bogea, foi ao gabinete do senador Aécio Neves e detalhou a tesourada no orçamento do instituto. De um montante inicial de R$ 250 milhões, está prevista a liberação de apenas R$ 56,7 milhões.

Reduto
Aécio tem evitado críticas a Temer, mas tem cobrado discretamente o PAC das cidades históricas, ideia do governo Dilma, porque ele tem compromisso com redutos eleitorais.

Cora Coralina - Conclusões de Aninha







Estavam ali parados. Marido e mulher.
Esperavam o carro. E foi que veio aquela da roça
tímida, humilde, sofrida.
Contou que o fogo, lá longe, tinha queimado seu rancho,
e tudo que tinha dentro.
Estava ali no comércio pedindo um auxílio para levantar 
novo rancho e comprar suas pobrezinhas. 



O homem ouviu. Abriu a carteira tirou uma cédula, 
entregou sem palavra.
A mulher ouviu. Perguntou, indagou, especulou, aconselhou,
se comoveu e disse que Nossa Senhora havia de ajudar
E não abriu a bolsa.
Qual dos dois ajudou mais?



Donde se infere que o homem ajuda sem participar 
e a mulher participa sem ajudar.
Da mesma forma aquela sentença:
"A quem te pedir um peixe, dá uma vara de pescar."
Pensando bem, não só a vara de pescar, também a linhada,
o anzol, a chumbada, a isca, apontar um poço piscoso
e ensinar a paciência do pescador.
Você faria isso, Leitor?
Antes que tudo isso se fizesse
o desvalido não morreria de fome?
Conclusão:
Na prática, a teoria é outra

Phill Veras está na lista dos 'machistas' da Medium



O cantor e compositor maranhense Phill Veras está na lista da plataforma Medium com denúncias de atitude machistas. A lista se apoiou em prints e relatos colhidos pela plataforma.
    
    De acordo com o ranking, Phill Veras deveria ser evitado, assim como outros artistas que tiveram atitudes semelhantes vinculadas a seus nomes.  As composições de artista maranhense quie já participou do Rock in Rio tratam de temas românticos.

    Segundo a publicação, a lista se baseou  nas redes sociais, principalmente no twitter. São registros que dão conta de atitudes machistas praticadas pelos artistas na intimidades, geralmente envolvendo parceiras.

    Tem gente pouco conhecida do grande público e nomes das antigas como João Gordo, da banda brasileira de punk rock Ratos de Porão.

    Entre as celebridades do momento está na lista o rapper Criolo. Ídolo de dez em cada dez antenados com o novo tempo, Criolo é acusado de misógino por uma ex-namorada. Ela afirma que ele assume em público uma persona muito distante do que é na intimidade.

    
    Um print colocou Veras entre os machistas repugnantes da lista a partir do depoimento de uma ex-namorada do artista que acusa veladamente de agressor.

Quilombo Damásio comemora 48 anos de resistência


    A comunidade quilombola de Damásio, no município de Guimarães, na baixada maranhense, encerra as festividades de 40 anos  neste domingo, 20. No município existem mais de 20 comunidades em situação de semelhança.

    O Maranhão figura entre os estados brasileiros com o maior número de comunidades remanescentes de quilombos reconhecidas. Porém, poucas são as possuem título das terra em conformidade com o Art. 68 dos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias, da Constituição de 1988. 

    Um Ação Direta de Inconstitucionalidade, proposto pelo DEM, tramita no Supremo Tribunal Federal para anular o ADCT regulamentada no governo do presidente Lula sobre titulação de terras quilombolas. Até novembro de 2016, apenas 9,7% das terras quilombolas no país receberam título de posse, segundo levantamento da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Rurais Quilombola, Conaq.

    A falta de titulação da terra no Maranhão ainda gera conflitos. O assassinato de Raimundo Silva (Umbico), 57 anos, em abril de 2017 no povoado Charco, em São Vicente de Férrer, aparece na estatística em crescimento dos crimes contra moradores de comunidades remanescentes de quilombolas no país. O motivo do assassinato seria "a demora na conclusão do processo de regularização fundiária do território", na interpretação do Governo do Maranhão. Muitas das terras em conflitos tem envolvimento de políticos com mandato ou que exerceram tal representação.

    Damásio se destaca pela preservação cultura. Um modelo educacional implatado no início deste século, tendo como base curricular a implantação da história e  cultura afro-brasileira", contribuiu para sedimentar raízes. O projeto está no livro "Falando em quilombo: a implantação da Lei 10.639 na sala de aula", de Ana Stela de Cunha, de 2005.
    
Na tela
O documentário "A Grande Cena Quilombola", dirigido pela antropóloga Ana Stela Cunha e pelo cineasta e fotógrafo Rodrigo Sena, registra as relações da comida e extração de produtos da natureza dos moradores de Damásio. Selecionado na 6ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental de São Paulo, o trabalho foi exibido no Festival Cineantrop, em Portugal.

Damásio em imagens:




Na Coluna do Estadão




MANCHETES DO DIA

MARANHÃO
 - Supermercados abertos na capital até meia-noite





REGIÃO

Esqueletos do futuro
A oposição em busca de um nome no Ceará



NACIONAL


A família no aperto e o governo na gastança

Perdão tributário do governo pode custar R$ 78 bilhões


País registra dez casos de estupro coletivo a cada dia


 Previdência perde R$ 56 bi por ano com fraudes e erros

 A Espanha em busca de respostas

sábado, 19 de agosto de 2017

Sexo no escurinho - FERNANDO REINACH

Reprodução depende de fertilização. E isso depende dos gametas masculinos e femininos se encontrarem. Na maioria dos animais, garantir esse encontro é tarefa dos próprios animais. É o ato sexual, que resulta no depósito dos espermatozoides nas proximidades do óvulo. Mas entre as plantas superiores, machos e fêmeas não podem encontrar-se. Estão imobilizados pelas raízes.
Nesse caso, a tarefa de levar os gametas masculinos (pólen) até os gametas femininos (os óvulos) é terceirizada. Em 88% das espécies, o serviço de transporte é executado por insetos que captam o pólen em uma flor e o depositam em outra. Sem insetos, o pólen não chega ao óvulo, a fertilização não ocorre e a reprodução fica prejudicada. Esse serviço é pago em néctar, que os insetos adoram.
Essa relação é uma das redes de cooperação que caracterizam os ecossistemas. Na agricultura, o serviço prestado pelos insetos beneficia o ser humano, que cultiva plantas como o milho e as frutas. Sem insetos não teríamos parte do nosso alimento. É fácil estimar nosso prejuízo se os insetos deixassem de prestar o serviço de transporte de pólen. Ele foi avaliado em US$ 361 bilhões por ano, que é o valor dos produtos agrícolas que deixaríamos de produzir, se não pudéssemos ter a ajuda dos insetos.
O problema é que os polinizadores estão ameaçados pelo uso indiscriminado de inseticidas, pela degradação do seu hábitat e pelas mudanças climáticas. Agora uma nova ameaça foi identificada: a iluminação artificial.
O estudo foi feito em 14 vales na Suíça. São vales com vegetação nativa e suficientemente afastados dos vilarejos. Em sete desses vales foram instalados postes de 4 metros de altura com lâmpadas que eram ligadas durante a noite. Outros sete vales não foram iluminados.
Os cientistas visitaram diversas vezes essas áreas, coletando com uma rede todos os insetos que estavam pousados nas flores. Em ambas as áreas, as coletas foram feitas de noite e de dia.
Após a coleta, os cientistas identificaram cada inseto e a planta que estava sendo visitada. Com esses dados foi possível construir um grande mapa, mostrando as flores que cada inseto visita. Como cada tipo de inseto pode visitar mais de um tipo de flor e cada flor pode ser visitada por mais de um tipo de inseto, esse mapa é bastante complicado. Finalmente os mapas das áreas iluminadas foram comparados com os mapas das regiões não iluminadas.
Os resultados são claros. Enquanto nas áreas escuras cada flor recebia quase cem visitas de insetos, nas áreas iluminadas esse número se reduzia para 30 visitas por dia, uma queda de 62%. Esse resultado sugeria que nas áreas iluminadas deveria estar havendo menos fecundação e, portanto, uma menor produção de sementes.
Para comprovar essa hipótese, os cientistas fizeram outro experimento. Compararam o número de sementes produzidas por uma única espécie de planta quando ela estava em uma área iluminada ou em uma área escura. Nesse caso, estavam medindo a consequência da falta de polinização, ou seja, a produção de sementes. E o resultado se comprovou. A quantidade de sementes produzidas foi reduzida em 13%. Isso apesar de durante o dia a planta ainda receber visitas de polinizadores.
Esse resultado demonstra que a iluminação artificial prejudica a polinização das plantas, reduzindo a produção de sementes, e coloca a iluminação, juntamente com os inseticidas e as mudanças ambientais, na lista dos potenciais riscos para a reprodução de grande parte das plantas.
Quem imaginaria que as plantas, que fazem sexo a três, também preferem o escurinho.
Quem imaginaria que as plantas, que fazem sexo a três, preferem o escurinho
MAIS INFORMAÇÕES: ARTIFICIAL LIGHT AT NIGHT AS A NEW THREAT TO POLINATION. NATURE, VOL. 548, PÁG. 206 (2017)

10º Maranhão na Tela - Programação deste sábado, 19


Dia da Fotografia - São Luís em vários ângulos



Bangalô da Rua do Egito

Biblioteca Pública Benedito Leite - Praça do Panteon

Conjunto Filipinho

Ônibus do Anil na Rua do Egito


Biblioteca Benedito Leite


Palácio das Lágrimas - Faculdade de Farmácia

Túnel do Sacavém


Rua da Faustina

Tabuleiro da Baiana, Rua Grande

Praça Benedito Leite

Largo dos Remédios

Praça João Lisboa

Rua da Estrela - Praia Grande

Praça Gonçalves Dias

Caminhão de Corso

Largo dos Amores


Avenida Beira - Mar - Praça da Laranja (já não tinha canhões)

Fonte do Ribeirão

Praça do Panteão

Avenida Magalhães de Almeida

Palácio Cristo Rei - Rua Rio Branco



Praça Pedro II

Praça Pedro II

Praça Deodoro


Igreja do Carmo


Praça João Lisboa

Estátua de Daniel de La Touche